Parábola do Monjolo: Na Crise, Existem Oportunidades?

Parábola do Monjolo: Na Crise, Existem Oportunidades? Descubra a Sua e Vença

Por Eduardo Pablo

5. PLANEJAMENTO E INVESTIMENTO – IMPULSIONADORES DE SUCESSO E RECONHECIMENTO

Ao ingressar em um novo ramo de atividade é necessário avaliar os recursos financeiros disponíveis e os exigidos para se manter nos meses subsequentes. Deve-se tomar cuidado com o otimismo excessivo, mas sempre se sentir seguro, confortável para que sua vitória seja eficaz.

Descubra o que você gosta de fazer, sobre quais assuntos gosta de conversar, em que ambiente você gosta de conviver. Dessa forma sua energia será canalizada para a nova área em que deseja atuar. Nela será necessária a tomada de decisão, a criação de uma rede de relacionamentos, a busca de parcerias, consultoria de profissionais competentes, para solução de conflitos, gestão de pessoas e desenvolvimento de uma “organização” eficiente.

Ao iniciar um negócio, tenha em mente que exigirá tempo e planejamento, um plano de metas mensal, assim como será imprescindível que se afaste de qualquer desânimo ou incerteza.

Não se engane! Em busca por uma independência financeira poderá, de forma inevitável, passar por dificuldades de adaptação. Portanto, esteja preparado para matar um leão por dia, adaptar-se, mudar a forma de pensar e agir para o crescimento do seu próprio negócio.

Não tenha medo de iniciar nada, pois sempre haverá alguém para comprar ou consumir o que você estiver oferecendo.

Descubra as necessidades de um potencial comprador e venda seus serviços ou produtos. Para isso, desenvolva sua sensibilidade de forma que identifique a necessidade ou “dor” do seu cliente. Ficando bom nisso, você irá criar uma renda de forma positiva e inimaginável.

Neste capítulo trazemos a “Parábola do Monjolo”, a qual é apresentada em uma pequena narrativa que usa alegorias para transmitir uma lição de moral. Sabe-se que parábolas são muito comuns, são histórias que pretendem trazer ensinamentos de vida. Logo, possuem simbolismo onde cada elemento da história tem um significado específico. A parábola do monjolo conta a história de Gaspar e Rocco, a qual descreve bem o que significa ser um visionário ou um empreendedor de êxito.

Em um vilarejo italiano viviam dois amigos – Gaspar e Rocco. Eram jovens e sonhavam com uma vida melhor, eles conversavam sobre seus sonhos, pois desejavam se tornar homens bem-sucedidos, ficavam atentos a oportunidades a fim de concretizar seus objetivos e realizar seus sonhos.



Certo dia surgiu uma oportunidade de negócio. O responsável pela vila precisava contratar várias pessoas para triturar o milho que abastecia a região. Gaspar e Rocco tomaram ciência da proposta e aceitaram o trabalho, de forma que eles seriam pagos de acordo com a quantidade de milho triturado e transformado em farinha, pois os alimentos utilizados até então pelo vilarejo, já não comportavam a demanda populacional.

Com isso, Gaspar e Rocco iniciaram com bastante empolgação aquele trabalho. Todos os dias eles utilizavam um pilão, onde trituravam o milho e armazenavam a farinha em sacos. Ao anoitecer eles voltavam para casa com seu pagamento diário.

Rocco estava contente com seu trabalho e com o dinheiro que recebia pelo referido serviço, ele tinha convicção de que com esse tipo de trabalho ele poderia realizar seus sonhos. Sendo assim, Rocco entendeu que para elevar seu salário ele teria que aumentar o tamanho do pilão e com isso obter maior produtividade. Assim seguiu acreditando cegamente que com uma renda maior, logo conseguiria atingir suas metas.

No entanto, Gaspar, mesmo utilizando um pequeno pilão não estava contente. Ao final do dia, sentia muitas dores pelo corpo e ficava exausto. Contratempos estes que Rocco também sofria.

Gaspar se esforçava demais por um salário baixo, logo ele começou a pensar e procurar um método mais fácil de conquistar mais dinheiro. Então teve a ideia de construir um monjolo, que seria um sistema constante impulsionado pela força da água para triturar o milho. Ele poderia produzir mais farinha triturando em grande escala e com menos esforço físico.

Caso a sua invenção funcionasse, o trabalho iria ficar bem mais fácil, pois não precisaria mais da força bruta para triturar o milho, somente de trabalhadores para colocar o milho no pilão e retirar a farinha depois de um certo tempo de trabalho da engenhosa máquina.

Gaspar ficou muito animado com sua ideia e começou a planejar, tentou dividi-la com seu amigo Rocco e o chamou para participar do projeto.

Rocco fez uma análise rápida e achou que a ideia era insana, só conseguiu pensar no poder de compra do dinheiro naquele momento e como obtê-lo rapidamente para um prazer imediato. Rocco entendeu que se ele aceitasse participar do projeto oferecido por Gaspar, ele iria ter seus planos atrasados e dessa forma demoraria para conquistar seus objetivos. Ao invés de fazer parceria com Gaspar, Rocco aumentou mais uma vez o tamanho do pilão e passou a fazer hora extra.

Porém, Gaspar resolveu construir sozinho o monjolo, ele sabia que não seria fácil e levaria um bom tempo para terminar. Manteve o foco e iniciou a construção a fim de conquistar seu objetivo. Eu seu dia a dia Gaspar continuou trabalhando como antes, porém utilizava seu tempo livre, inclusive fins de semana para construir o seu projeto.

Gaspar conhecia o poder da água e precisava transferir essa força de trabalho para o pilão. Iniciou o projeto da construção do “monjolo” aproveitando a força de um riacho que passava próximo ao local de trabalho. Ele sabia que seria necessário canalizar a água para uma estrutura de madeira, pois o monjolo dependeria do movimento da água que cairia no buraco da colher enchendo o vazio, a gangorra se desequilibraria pelo peso da água e se inclinaria para o lado de maior peso e assim sucessivamente.

Quando pronto tal projeto, iria fazer com que a madeira da gangorra descesse com força batendo no fundo do pilão, triturando o milho de modo dinâmico, sem a necessidade de um trabalhador para triturar. Dessa forma o monjolo iria trabalhar dia e noite, initerruptamente.

No primeiro mês da construção do monjolo, Rocco e outros trabalhadores zombavam e insultavam Gaspar, apelidando-o de o homem do monjolo em tom pejorativo. Neste período o ganho de Rocco triplicou, ele já havia adquirido bens, dentre eles uma grande quantidade de terras.

Seu estilo de vida tinha mudado. Depois do trabalho ele frequentava uma taberna, local onde se vende vinho e gastava parte do que ganhava com o suado trabalho de trituração do milho de forma manual.

O que Rocco não tinha se atentado é que o seu corpo estava dando sinais de fraqueza, por conta do exaustivo trabalho braçal que exercia, em pouco tempo ele passou a triturar cada vez menos milho em função do cansaço corporal.

Após três anos, Gaspar finalmente terminou a construção do monjolo e começou a usá-lo para a trituração do milho em grande escala.

Gaspar passou a ganhar muito mais dinheiro depois do sistema do monjolo pronto. A força da água fluiria dia e noite fazendo o monjolo funcionar sem a necessidade de intervenção ou trabalho rotineiro dele, com isso o orgulho e a felicidade tomaram o lugar das palavras de derrota que Rocco e os moradores do vilarejo tinham proferido anteriormente.

Nota-se que esta história pode ser o reflexo de nossas vidas, visto que o trabalho de Rocco reflete o que a maioria dos trabalhadores fazem para obter dinheiro. Ele triturava uma grande quantidade de milho, por meio de um trabalho duro para obter dinheiro e aumentar a renda momentânea. Rocco não se atentou para os tempos difíceis, possíveis imprevistos futuros, idade chegando, doenças, acidente, etc.

Já Gaspar não trocou todo o seu tempo por uma renda fixa “limitada”. Usou parte do seu tempo para construir o monjolo, ele tinha certeza que quando a construção estivesse pronta, quando a força da água fizesse o monjolo funcionar o sistema iria fluir, e proporcionar uma renda permanente. Seria uma renda que se multiplicaria por todas as vezes que ele trabalhou duro. Gaspar sabia que quando estivesse mais velho e com menos saúde, não seria mais capaz de trocar tempo disponível por dinheiro.

Com isso, nota-se que Gaspar trabalhou muito mais, até ver seu sonho realizado, “o sistema do monjolo” pronto. Depois de concluído o projeto, seu trabalho só iria consistir em monitoria do funcionamento do monjolo que deveria ser contínuo.

Assim, ficou claro que a tática de Gaspar foi assertiva, ele mostrou que nem sempre devemos trocar tempo por dinheiro. E que sempre há escolhas e outros caminhos mais benéficos.

 



Hoje, como está a sua vida? Você troca todo o seu tempo por dinheiro como Rocco? Ou você é como Gaspar, está construindo e mantendo um sistema monjolo com a renda em curso? Esta história explica, de forma simples, a diferença entre o rendimento ativo e rendimento passivo.

O rendimento ativo é gerado por meio da realização de um trabalho diário em que se troca tempo por dinheiro. Sendo este o modelo de rendimento que a maior parte das pessoas optam, ou estão acostumadas a ganhar. Por ser tradicional, muitos acreditam ser essa a única forma de ganhar dinheiro.

Um rendimento passivo é gerado por meio de um ativo. Uma vez criado, o rendimento passivo gera continuamente dinheiro, sem que a pessoa esteja trabalhando diariamente. Um rendimento passivo funciona como um sistema, o qual aumenta a conta bancária do indivíduo que o usa, mesmo enquanto ele dorme.

No Futuro, ganha-se dinheiro de forma contínua pelo trabalho que se faz hoje, mesmo que ele não esteja mais trabalhando, por exemplo: inventores, escritores, compositores, músicos, profissionais que trabalham com marketing de rede, consultores, participações societárias, investidores que recebem royalties ou dividendos.

Aqui fica bem claro que ninguém ganha dinheiro sem executar um trabalho. A renda passiva se apropria de um capital gerado anteriormente pela renda ativa, ou seja, na verdade está recebendo um dinheiro que é fruto de um trabalho ou de uma renúncia feita anteriormente.

No caso de Gaspar, houve um esforço para gerar essa renda, ele construiu riqueza ao mesmo tempo em que sanou as responsabilidades de seu cotidiano, passando a ganhar dinheiro passivamente. E isso é fantástico e formidável!!!

Essa pequena história em formato de parábola nos mostra que empreendedores de sucesso utilizam a imaginação empática, ou seja, criam empatia. O que significa a capacidade de compreender intensamente as necessidades e os desejos dos clientes e ajustar com uma proeminente imaginação, explorando ideias jamais testadas. Para eles, este é o melhor caminho para a criação de produtos ou serviços de sucesso.

Pessoas de sucesso ordenam a paciência com senso de urgência. Estão preparados para a chegada de oportunidades, conseguem esperar pacientemente a oportunidade surgir, e quando isso ocorre, entram em ação. Eles também possuem uma visão relativa do risco, não querem perder o ponto de entrada de negócios prósperos. Logo, não se incomodam de arriscar algum dinheiro, pois não querem ficar fora de uma boa oportunidade.

Empreendedores de sucesso trabalham com equipes e compreendem a importância de se dividir tarefas. Sabem que é fundamental fazer parte de um grupo de profissionais que possam colocar em prática suas espantosas ideias.

Como você percebeu na história “parábola do monjolo”, para criar um rendimento passivo não é necessário apenas dinheiro, mas sim ser um visionário, um empreendedor, bem como fazer contatos e parcerias. OS RENDIMENTOS PASSIVOS são uma excelente forma de ganhar a vida e acumular capital, dando, na maioria das vezes, liberdade e flexibilidade de se trabalhar em qualquer lugar e a qualquer hora.

FIM



SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 – A inquietação “gera” oportunidades

CAPÍTULO 2 – O mundo é dos visionários

CAPÍTULO 3 – Esteja “aberto” a novas oportunidades

CAPÍTULO 4 – Valores e atitudes levam você ao “topo”

CAPÍTULO 5 – Planejamento e investimento: impulsionadores de sucesso e reconhecimento 

CAPÍTULO 6 – Faça parcerias, forme equipes!

CAPÍTULO 7 – Sistema de crenças, a influência em nossas vidas

CAPÍTULO 8 – Pilares e alicerces da produtividade

CAPÍTULOS 9 e 10 e a CONCLUSÃO. São 60 páginas de muita reflexão para quem deseja empreender, fazer parceria ou aumentar sua rede de negócios…

SOBRE O AUTOR

Eduardo Pablo é historiador, profissional de neuromarketing, consultor de negócios, coach profissional que trabalha o desenvolvimento humano vinculado ao marketing, entusiasta do marketing de rede e administrador do site de anúncios grátis www.bsbvendas.com

O PÚBLICO ALVO

Uma das finalidades desta obra é preparar o terreno para quem deseja empreender em qualquer negócio. Especialmente para quem já está em um negócio e deseja ampliar seus conhecimentos, ou até mesmo desejar convidar alguém para uma sociedade ou para compor uma rede de negócios.

Esta obra oferece aos empreendedores a percepção de qual será o tamanho da capacitação que existe por trás de uma oportunidade de negócio.

É necessário para quem tem um produto digital ou físico, um curso profissionalizante e deseja que clientes criem interesse em adquirir seus produtos.

É indispensável para quem quer mudar completamente sua vida, desejando sair do zero e alcançar o topo, adquirindo sucesso e uma vida de qualidade.

VANTAGENS DO EBOOK: Na Crise, Existem Oportunidades? Descubra a Sua e Vença

Este e-book poderá levar você, caro leitor, a perceber oportunidades de negócios até então escondidas, conduzi-lo a um planejamento e possivelmente abrir portas do sucesso financeiro em sua vida!

Se você já é um empreendedor, este e-book será de grande valia para aprimorar e fortalecer competências e habilidades já presentes em você, ao mesmo tempo que apresenta ideias importantes para aumentar a sua gama de conhecimentos ele é uma poderosa ferramenta de prospecção.



 

English version: In the Crisis, Are There Opportunities? Discover Your Own and Win 

Eduardo Pablo

About Dudararidade

Tecnologia para facilitar a sua vida Um compromisso que surge após a INFOXBOX prestar ajuda aos amigos em comum de novas tecnologias, se tornando assim um ponto de encontro saudável para usuários que desejam ficar por dentro de Notícias e Tecnologias.

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